Passo a passo
Guia de uso
Como enviar os dados do campo, o que sai no resultado e o que cada aviso quer dizer. Toque num assunto para abrir. O que mudou em cada atualização está em Novidades, com o link para o assunto aqui.
- Converter bruto → RINEX
- GNSS
- Ajustar levantamento RTK
- Nuvem de pontos
- Visualizador 3D e fotos
- Fotos de drone
- Resultados
- Pontos de verificação
- Guarda dos arquivos
- Formatos aceitos
- Ajuda e chamados
Converter bruto → RINEX Passo 1 do GNSS: o arquivo do receptor vira RINEX pronto
O trabalho GNSS segue três passos, na ordem: 1 Converter → 2 Processar → 3 Ajustar. No fim de cada passo, um botão abre o próximo já com os arquivos. Você pode começar por qualquer um: o Processamento GNSS também aceita o bruto direto.
- Em Novo trabalho, escolha Converter bruto → RINEX e envie o arquivo do receptor como saiu do coletor (FJD .rtcm, Stonex .dat ou ComNav .cnb; veja Formatos aceitos).
- O ATGeo lê o arquivo e mostra o que veio nele (receptor, antena, altura, marco, período e constelações), antes de converter.
- Escolha a versão (RINEX 3.04 ou 2.11), o intervalo e as constelações. Antena, altura e nome do marco em branco valem o que veio do arquivo; o que você digitar vai para o cabeçalho do RINEX.
- Toque em Gerar RINEX. Leva de segundos a poucos minutos. O RINEX fica na sua conta enquanto ela existir, como os relatórios. Depois, Processar este RINEX abre o Processamento GNSS com o arquivo.
O conversor continua liberado mesmo com a assinatura vencida.
Trabalho GNSS (estático) Ponto isolado ou rede, com a sua base ou com a RBMC
- Em Novo trabalho, escolha Processamento GNSS e dê um nome que você reconheça depois. O nome sai no relatório.
- Em Arquivos do ponto, envie o arquivo do receptor no ponto:
- o bruto do receptor (Stonex .dat, FJD .rtcm ou ComNav .cnb), que o ATGeo converte sozinho (bruto de outras marcas: veja Formatos aceitos); ou
- o RINEX: observação (.26O ou .obs; no RINEX 3, o nome longo terminado em _MO.rnx) e navegação (.26N, .26G, .nav ou .rnx), com o mesmo nome.
- Base (opcional). Envie a sua base ou uma estação RBMC do mesmo dia: observação e navegação. Pode mandar mais de uma base. Sem base anexada, o ATGeo procura sozinho as estações RBMC mais próximas. Levantamento do mesmo dia: o resultado sai como preliminar com os dados de 15 em 15 minutos que o IBGE publica, e é refeito sozinho com o arquivo diário a partir do dia seguinte (você recebe o e-mail do definitivo).
- Antena e altura. Deixe em branco para usar o que está gravado no arquivo. Se digitar, informe o código IGS da antena e a altura até o ARP (base da antena), em metros. O que você digitar aparece no relatório para conferência.
- Toque em Processar. Você pode fechar a tela: o trabalho segue na fila e o resultado fica na lista de trabalhos.
Rede com vários pontos
Envie todos os pontos no mesmo trabalho: um arquivo por ponto (ou o par observação + navegação do RINEX), com o
nome do ponto no começo do nome do arquivo. Exemplo: M01_fazenda.26O, M02_fazenda.26O.
No RINEX 3, valem as 9 primeiras letras do nome (ex.: M01A00BRA_...). Dois arquivos de observação com o mesmo nome de ponto são recusados: renomeie antes.
Conferir com o IBGE-PPP (opcional)
O IBGE-PPP aceita só RINEX 2.10/2.11; o ATGeo converte, envia por você e junta aos arquivos do resultado o zip original do IBGE (relatório PDF, .sum, .pos, KML). O IBGE também manda o resultado no seu e-mail. No trabalho, em Conferir com o IBGE-PPP, escolha um dos caminhos:
- Enviar automaticamente ao IBGE-PPP. Confira o e-mail (vem o da sua conta; pode trocar) e marque a autorização de uso do IBGE, que é obrigatória no serviço. Ao processar, o ATGeo gera do arquivo do ponto um RINEX 2.11 só GPS + GLONASS, de até 4 MB (a cada 5, 10, 15 ou 30 s), com a antena e a altura até o ARP que o ATGeo usou, e envia ao IBGE-PPP no modo estático. Na rede, vai um envio por ponto, até 5 por trabalho. O RINEX 2.11 enviado fica entre os arquivos do resultado. Se o IBGE-PPP não devolver o resultado na hora, o processamento do ATGeo segue normal e o relatório avisa: quando o e-mail do IBGE chegar, anexe o .zip (caminho 2) e processe de novo.
- Anexar o resultado que já tenho (.zip). Processe o mesmo RINEX do ponto no site do IBGE-PPP, no modo estático, com a altura da antena até a base da antena (ARP) (alguns receptores gravam no RINEX a altura até o centro de fase: confira antes). Baixe o resultado pelo link do e-mail do IBGE, sem descompactar, e anexe o .zip junto com os outros arquivos ou depois, em Alterar dados e arquivos, e processe de novo. Ponto que já tem o .zip anexado não é enviado de novo.
O relatório mostra a coordenada do ATGeo, a do IBGE-PPP e a diferença. É uma conferência independente: nenhuma das duas certifica a outra. Sessão abaixo de 2 h ou órbita que ainda não é a final dão uma referência fraca; nesse caso, processe de novo quando a órbita final sair (cerca de 2 semanas depois).
Bruto do receptor (Stonex .dat, inclusive o S850A, FJD .rtcm ou ComNav .cnb): além do RINEX 3 usado no cálculo, o resultado traz o RINEX 2.11 GPS + GLONASS (observação .26o e navegação .26n e .26g) para você usar em outros programas.
Configuração avançada
Perfil de processamento, constelações, máscara de elevação, órbitas, sessão mínima e outros ajustes ficam em Configuração avançada. Os valores padrão servem para a maior parte dos levantamentos; o que você mudar é marcado na tela e sai no relatório.
Ajustar levantamento RTK pela base Passo 3 do GNSS: corrigir os pontos de um RTK feito com a base em posição navegada
Quando a base do RTK foi instalada com a coordenada navegada (autônoma), todos os pontos ficam deslocados igual. O ATGeo calcula a coordenada certa da base e aplica a correção em todos os pontos.
- Em Novo trabalho, escolha Ajustar levantamento RTK pela base ou, no fim de um Processamento GNSS da base, toque em Ajustar levantamento RTK com esta base.
- Arquivo de pontos do coletor: o TXT, CSV ou ASC exportado, com nome, E, N e cota de cada ponto (descrição, desvios e método, se tiver). Confira o separador, o decimal e se a 1ª linha é cabeçalho.
- A base no levantamento: diga qual ponto do arquivo é a base ou digite a coordenada navegada usada nela, e informe o fuso e como o coletor estava configurado. Arquivo sem coluna de nome (só o código, como "Feature code ID"): cada ponto leva o número da linha (ex.: L2), e o ATGeo sugere como base o ponto com solução navegada (SINGLE ou autônoma).
- Coordenada certa da base: vindo do botão Ajustar levantamento RTK com esta base, o padrão é Usar a coordenada do Processamento GNSS já feito no passo 2, sem processar de novo (o fuso também vem de lá). Ou envie o RINEX ou o bruto da base do mesmo dia para o ATGeo processar (pelas estações RBMC mais próximas ou só pelo IBGE-PPP), ou digite a coordenada de um PPP feito fora ou de um marco conhecido. Use a mesma altura de antena digitada no coletor.
- Toque em Ajustar os pontos. O ATGeo confere fuso, referencial e tipo de altitude e entrega o arquivo corrigido no mesmo formato, CSV com a precisão final, DXF (pontos, textos e linhas base → pontos), KML e o relatório PDF. Correção acima de 10 m sai reprovada, para você conferir.
Conta como 1 processamento GNSS. A responsabilidade técnica pelo levantamento continua do profissional.
Trabalho de nuvem de pontos LAS, LAZ ou E57; identificação, módulo e desenho na tela 3D
- Em Novo trabalho, escolha Nuvem de pontos e envie um arquivo LAS, LAZ ou E57 exportado do software do scanner. LAZ é bem menor que LAS e sobe mais rápido.
- Toque em Enviar e montar a prévia. O ATGeo monta a prévia 3D da nuvem inteira (e avisa por e-mail).
- Marque a área de interesse: na vista de cima, toque em volta do que interessa e, se quiser, limite a altura. O que fica de fora não é processado: o resultado sai mais rápido e mais limpo. Ou toque em Usar a nuvem inteira. Dá para mudar a área depois, sem enviar de novo.
- O ATGeo identifica a área, conta os pontos e sugere o módulo (MDT, volume, cadastro…).
- Escolha o módulo. A sugestão vem marcada; você pode trocar. Cada módulo tem a sua configuração avançada.
- Toque em Processar. No fim saem o relatório PDF e os arquivos do módulo.
A cobrança é pela nuvem enviada, com ou sem área de interesse. Para trocar a área depois, toque em Mudar a área de interesse no trabalho.
Qual formato enviar: LAZ, LAS ou E57
LAZ é a mesma nuvem do LAS, compactada sem perder nenhum ponto: arquivo bem menor e envio mais rápido. LAS é a nuvem sem compactar. E57 pode levar vários escaneamentos e as fotos 360° do scanner, que aparecem no visualizador 3D. Para as fotos das câmeras (ex.: X120GO), envie LAS ou LAZ com o tempo dos pontos. Se a nuvem aparecer com cor por altura (verde e marrom), exporte de novo com a cor real ou envie o E57. No trabalho, o quadro Qual formato enviar? fica logo abaixo do campo da nuvem.
Exportar a nuvem completa
No módulo Exportar nuvem sai a área de interesse, se você marcou uma, ou a nuvem enviada inteira. Em qualquer formato (LAZ, LAS, E57, PLY, XYZ e CSV) saem todos os pontos, de qualquer tamanho, também com Tirar pontos isolados, a reamostragem, a classificação e a projeção RTM/LTM/PTL. Nuvem muito grande em E57 sai em vários escaneamentos dentro do mesmo arquivo (os programas de nuvem juntam todos). Na projeção PTL, a origem fica no centro da nuvem. O resultado mostra no topo os pontos que saíram.
Nuvem em coordenadas locais
Quando o arquivo não traz sistema de coordenadas e os valores não parecem UTM, o trabalho mostra o aviso "A nuvem enviada está em coordenadas locais". Desenhos (DWG, DXF), MDT, volumes e demais resultados saem nessas mesmas coordenadas. Para georreferenciar:
- módulo Georreferenciar pelos alvos, com a lista dos pontos de apoio medidos com GNSS (
nome;E;N;h); - em scanner SLAM com receptor, módulo Georreferenciar pelo GNSS do scanner;
- ou exporte a nuvem já georreferenciada no software do scanner e envie de novo.
A ficha da nuvem no visualizador 3D também mostra o tipo de coordenada.
Arquivos extras de alguns módulos
Envie junto com a nuvem, em Arquivos para módulos específicos:
| Módulo | O que mais enviar |
|---|---|
| Comparar épocas | A nuvem da época anterior, no mesmo sistema de coordenadas da atual (LAS, LAZ ou E57). |
| Junção de nuvens | A segunda nuvem, com parte em comum com a primeira. |
| Georreferenciar pelos alvos | Lista dos alvos medidos com GNSS: CSV ou TXT com nome;E;N;h. Informe o EPSG da lista na configuração avançada. |
| Georreferenciar pelo GNSS do scanner (SLAM) | O arquivo GNSS gravado pelo scanner (.rtcm ou RINEX de observação) e a trajetória (.pts ou .ply com o tempo de cada posição). |
Fotos das câmeras do scanner, para ver no visualizador 3D: campo Fotos do levantamento (veja Visualizador 3D e fotos).
Desenhar na tela 3D
- Seções e perfis precisam do eixo: toque em Desenhar o eixo na tela 3D e marque a linha sobre a nuvem.
- Volume (pilha): o contorno do pé da pilha é opcional; ajuda a separar a pilha do entorno.
Na tela 3D também dá para medir distâncias na prévia. A prévia é reduzida: a medida ali é indicativa e não substitui a do módulo.
Visualizador 3D e fotos do levantamento Ver a nuvem, medir e passear pelas fotos do scanner
Abra em Ver a nuvem em 3D, no trabalho de nuvem ou de fotos de drone. Dá para colorir por cor real, intensidade, altura ou classe, ver a coordenada de um ponto, medir distância e desnível, recortar por cota e trocar a vista (topo, frente, lado). A prévia é reduzida: a medida ali é indicativa e não substitui a do módulo.
Mais pontos na visualização
A visualização mostra a nuvem reduzida a 1 milhão de pontos, para abrir rápido em qualquer computador e no celular. Para ver mais detalhe (por exemplo, para apresentar ao cliente), abra Opções da visualização 3D antes de enviar e escolha 3, 5 ou 10 milhões de pontos em Pontos na visualização 3D (até o total da nuvem). No computador a nuvem abre direto com mais pontos; no celular abre com 1 milhão e o botão Mais pontos carrega o resto, mostrando antes o tamanho para baixar. Vale também no link para o cliente.
A versão com mais pontos fica guardada pelo mesmo prazo da nuvem (7 dias; 30 no Profissional); depois a visualização volta a 1 milhão de pontos.
Fotos do levantamento
As fotos tiradas pelo scanner aparecem na nuvem no lugar onde foram tiradas. Duas formas de enviar:
- Câmeras do scanner SLAM (JPG): no trabalho de nuvem, campo Fotos do levantamento, os JPG das pastas das câmeras ou um .zip/.7z com elas. O ATGeo casa a hora da foto (no nome ou no EXIF) com o tempo GPS dos pontos: envie a nuvem em LAS ou LAZ com o tempo dos pontos. Vídeo de câmera 360° (.insv, .mp4) não entra.
- Panorâmicas 360° (ex.: Insta360 no scanner): exporte a nuvem em E57 com as panorâmicas no programa do scanner e envie no campo Nuvem de pontos. As fotos já vêm dentro do arquivo.
No visualizador, o botão Fotos liga e desliga os ícones de câmera; toque num ícone para abrir as fotos daquele instante. O visor abre pequeno, no canto da tela; um toque amplia. Fotos de câmera montada de lado aparecem em pé.
O botão Passeio abre as fotos em tela cheia: nas panorâmicas 360°, setas no chão levam à foto vizinha; com câmeras separadas, as câmeras do mesmo instante aparecem juntas. Tem mapa com a posição e reprodução automática; no teclado, setas, espaço e Esc.
Fotos em alta resolução: para apresentar o tour ao cliente (por exemplo, só o passeio pelas panorâmicas da Insta360), abra Opções da visualização 3D antes de enviar e marque Fotos em alta resolução. As fotos das câmeras saem com 2.560 px (padrão: 1.280 px) e as panorâmicas 360° com até 8.192 px de largura (padrão: 4.096 px). Ocupam cerca de 4 vezes mais espaço e demoram mais para abrir em internet lenta.
A foto mostra o lugar; não serve para medir. As fotos ficam guardadas pelo mesmo prazo da nuvem.
Trabalho de fotos de drone JPG do voo, PPK opcional e pontos de verificação
- Em Novo trabalho, escolha Fotos de drone.
- Em Fotos do voo, selecione de uma vez todos os JPG originais do drone, com a posição gravada (RTK ou GPS). Mínimo de 5 fotos.
- Com muitas fotos, dá para mandar um .zip ou .7z com elas: o ATGeo extrai os JPG de qualquer pasta do pacote, ignora o resto e mostra quantas fotos entraram. Sem senha; até 5.000 fotos por pacote.
- PPK do drone (opcional): o arquivo de marcas (.MRK) e o RINEX de observação do receptor do drone, do mesmo voo. A base RBMC mais próxima é baixada sozinha.
- Pontos de verificação (opcional): veja a seção Pontos de verificação.
- Toque em Processar. Saem ortomosaico, MDS, nuvem de pontos colorida, prévia 3D e relatório PDF.
Fotos já corrigidas por uma base sua (RTK, NTRIP ou caster próprio): envie também o RINEX do drone e o .MRK. O ATGeo faz o PPK pela RBMC e compara, foto a foto, com a posição gravada nas fotos; o resultado mostra a diferença média em E, N e h. Se a coordenada da sua base estiver errada ou em outro referencial (ex.: ITRF da data em vez de SIRGAS 2000), todo o voo fica deslocado igual, e a conferência aponta. Para conferir a coordenada da estação do caster ou da base, grave de 6 a 24 h de RINEX nela e processe no Processamento GNSS do ATGeo.
Resultados PDF, arquivos, 3D, processar de novo e mudar configuração
- Situação no topo: aprovado, aprovado com ressalva ou reprovado. Cada aviso diz onde está o problema e o que fazer.
- Relatório PDF: resumo do processamento, conferências e avisos. Baixe pelo botão do relatório.
- Arquivos de saída: cada arquivo vem com a descrição (desenho DXF, tabela CSV, GeoTIFF, RINEX convertido e outros, conforme o tipo de trabalho).
- Ver a nuvem em 3D: aparece nos trabalhos de nuvem e de fotos.
- Dados do relatório técnico (opcional): finalidade, localização, período, contratante, responsável técnico, registro e ART/TRT. Saem no PDF.
- Processar de novo: roda outra vez com a mesma configuração (por exemplo, depois de alterar os dados do relatório). Os relatórios anteriores continuam na lista.
- Compartilhar com o cliente: gera um link só leitura e sem login, válido por 7 dias (no plano Profissional, 7, 30 ou 90 dias), com o resumo, a nuvem em 3D (prévia), as coordenadas ou o ortomosaico e os arquivos que você liberar. Você pode revogar quando quiser. Em Liberar para baixar, marque o relatório PDF, os arquivos do resultado (a nuvem exportada, DXF, GeoTIFF) e, se quiser, Nuvem de pontos original (arquivo enviado). Quem recebe o link só vê e baixa o que você liberou: não altera, não apaga e não processa nada, nem entra na sua conta; cada acesso e download fica registrado. A nuvem original e as fotos seguem o prazo de guarda do plano (veja Guarda dos arquivos), não a validade do link: depois dele, o link continua com a prévia 3D, o resumo e os arquivos leves (PDF, DXF, CSV) até o fim da validade. A tela de compartilhar mostra a data.
- Mudar configuração: nos trabalhos de nuvem, abre o módulo com os parâmetros usados para você alterar, ou troca de módulo, e processa a mesma nuvem sem enviar de novo, enquanto ela estiver guardada.
- Erro: a mensagem diz o que aconteceu e o que fazer.
- Erro do arquivo (formato, horário, navegação): corrija e use Processar de novo.
- Serviço de fora (por exemplo, a RBMC do IBGE fora do ar): o ATGeo tenta de novo sozinho em 20 minutos, até 3 vezes, e avisa por e-mail quando terminar. Se o serviço do IBGE cair, o ATGeo busca as mesmas estações pelo servidor de arquivos do IBGE.
- Falha do próprio ATGeo: o trabalho é processado de novo sozinho assim que a correção é publicada.
Pontos de verificação e “exatidão não verificada” O que o relatório pode dizer sobre o seu produto
Pontos de verificação são pontos medidos em campo (GNSS ou estação total) que não entraram no processamento. O ATGeo compara o produto com eles.
- Envie um CSV ou TXT com
nome;E;N;h, no mesmo sistema de coordenadas do produto. - Nuvem de pontos: use pontos fora do apoio usado para georreferenciar.
- Fotos de drone: pontos em chão aberto, em SIRGAS 2000 / UTM com altura elipsoidal. Hoje a conferência é só na altura, contra o MDS.
- Use pelo menos 10 pontos bem espalhados (NBR 13133, Tabela 7). Com menos, a classe sai só como indicação.
Com os pontos, o relatório informa a classe PEC-PCD alcançada, avaliada pelos critérios do PEC-PCD.
Sem pontos de verificação, a exatidão do produto fica “não verificada”. Isso não quer dizer que o produto está errado: quer dizer que não há medida de campo independente para comparar. Os números internos do processamento (precisão estimada pelo motor, resíduos, coerência) medem a consistência dos dados, não a exatidão. O tamanho do pixel (GSD) também não é exatidão.
Guarda dos arquivos Quanto tempo cada coisa fica no ATGeo
- Nuvem e fotos enviadas: apagadas 7 dias depois do processamento (30 dias no plano Profissional, até 50 GB guardados por conta; acima disso, vale o prazo de 7 dias). Dois dias antes, chega um e-mail. Para guardar por mais tempo, veja o armazenamento extra. Mantenha o seu backup. Depois disso, para usar outro módulo, envie a nuvem de novo.
- Relatórios e resultados (PDF, DXF, CSV, coordenadas): ficam na sua conta enquanto ela existir.
- Conta cancelada: 30 dias para baixar tudo; depois os arquivos são apagados.
- Registro dos relatórios entregues: o ATGeo guarda a impressão digital de cada relatório e resultado entregue. Qualquer pessoa confere em Verificar relatório se um arquivo é idêntico ao que saiu do ATGeo.
Ajuda e chamados Assistente do ATGeo e Falar com a equipe
- Toque em Ajuda, no canto de baixo da tela, depois de entrar na conta. Aberto na tela de um trabalho, o assistente já sabe de qual trabalho você fala (toque em tirar para perguntar de outra coisa).
- Escreva a dúvida em palavras e toque em Enviar. Quando você cita um trabalho (ou pergunta da tela dele), o assistente olha o trabalho e diz o que aconteceu e o que pode melhorar. Em dúvida geral, ele responde primeiro com o link do passo a passo neste guia e pergunta se você já o viu. Se já viu e a dúvida continua, ele explica passo a passo e pode olhar os seus trabalhos (situação, mensagem de erro, opções e arquivos), só para ler: ele não processa, não apaga e não muda nada.
- Se ele não resolver, abre um chamado para a equipe e mostra o número. O botão Falar com a equipe aparece depois das primeiras respostas, quando você marca Não em Resolveu? ou quando o assistente está fora do ar.
- Embaixo de cada resposta, toque em Sim ou Não em Resolveu?. As respostas e as conversas, sem o seu nome nem e-mail, ajudam a equipe a melhorar este guia e o app.
- A resposta da equipe chega no seu e-mail e fica em Minha conta › Chamados.
- Assistente virtual: as respostas são geradas por inteligência artificial a partir deste guia. Para decisão técnica, confira no guia ou fale com a equipe.
- Normas: o assistente não opina sobre normas nem legislação. Se o resultado do ATGeo parecer discordar de uma norma, ele registra para revisão técnica da equipe.
- Limite: 30 mensagens por dia por conta, sem custo. Nova conversa começa do zero.
- Guarda: a conversa fica 90 dias depois da última mensagem; o chamado, enquanto estiver aberto e 90 dias depois de fechado.
- Também dá para escrever para suporte@atgeo.com.br.
Formatos aceitos Receptor GNSS, scanner e drone
Receptor GNSS
| Marca | O que enviar |
|---|---|
| Qualquer marca | RINEX 2.x ou 3.x sem compactar: observação (.26O, .obs ou, no RINEX 3, _MO.rnx) e navegação (.26N, .26G, .nav ou .rnx). |
| FJD | O arquivo .rtcm da coleta estática gravado pelo receptor. Antena, altura e data saem do cabeçalho do arquivo. Conferido com o FJD Trion. |
| Stonex com placa NovAtel | O arquivo .dat do receptor. Conferido com o Stonex S980+. |
| Stonex com placa Hemisphere | O arquivo .dat do receptor. Conferido com o Stonex S850A. |
| ComNav | O arquivo .cnb do receptor, com GPS, GLONASS, Galileo e BeiDou. Antena e altura saem do arquivo. Conferido com o ComNav T300. |
| NovAtel, Unicore, u-blox, Septentrio, Trimble (RT17/RT27), Javad, Ashtech/Spectra (ATOM) | O ATGeo reconhece o bruto dessas marcas no envio e avisa. Enquanto a conversão delas está em validação, exporte o RINEX no software do receptor (ou do controlador) e envie o RINEX. |
Outra marca ou modelo: exporte o RINEX no software do receptor. Arquivo compactado (.zip, RINEX compactado .crx) não é aceito: descompacte antes de enviar.
Nuvem de pontos
LAS, LAZ ou E57, um arquivo por nuvem. Lista de alvos e pontos de verificação: CSV ou TXT com nome;E;N;h. Trajetória do SLAM: .pts ou .ply com o tempo.
Drone
JPG originais do voo, com a posição gravada pelo drone. PPK: arquivo de marcas .MRK e RINEX de observação do receptor do drone.